O back-office não precisa de mais planilha. Precisa de ritmo com controle de caixa: o agente prepara; nada acima da alçada roda sem humano.
Notas, pedidos e políticas internas não batem. O time gasta horas em conciliação; erros de lançamento e pagamentos fora de alçada viram prejuízo e auditoria.
Automação sem freio é pior que atraso — um pagamento indevido não se desfaz com um “desculpe”.
Cada ação sensível tem dono: o agente executa o rotineiro; o financeiro aprova o que passa do limite.
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Não. Tira o operacional repetitivo; a alçada e o julgamento ficam com pessoas.
Sim, no escopo da implantação. O objetivo é não trocar o sistema de gestão só para ter agente.
Divergências sobem como tarefa; nada sensível executa sem política e, quando preciso, aprovação.
É o caso mais claro. O mesmo padrão (preparar → aprovar → auditar) vale para outros processos de back-office.
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